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28
Mar16

A Bíblia tem importância?

eneasgc
John Ankerberg e John Weldon
A fé cristã está sendo cada vez mais atacada em nossos dias, até mesmona América, a nação que tem se beneficiado tão extraordinariamente de suainfluência positiva na vida nacional e individual. Ironicamente, muitos estãoagora expressando abertamente seu desdém pela fé cristã que lhes temproporcionado liberdade – entre eles estão secularistas, liberais, humanistas,multiculturalistas, políticos e, inclusive, líderes religiosos.
Tal desdém pode ser visto como uma das grandes ironias dos temposatuais. Céticos e outros, que desejam demolir violentamente a Bíblia e a fécristã, deveriam, na verdade, ficar de joelhos, agradecendo a Deus por ela,porque, caso contrário, eles claramente não teriam as bênçãos e as liberdadespara seus empreendimentos pessoais. Quaisquer inadequações que a fé cristãtenha expressado por toda a história, elas são totalmente insignificantescomparadas às incalculáveis bênçãos que tem produzido na América e em todo omundo. E os benefícios são amplamente devidos a um fator: os ensinamentos daBíblia vividos de maneiras práticas por homens e mulheres que crêem neles.Quando examinamos os benefícios da fé cristã para a humanidade, devemos noslembrar de que é a Bíblia que tem o papel central.
Colocado de maneira simples, sem a influência da Bíblia, não haveria umaAmérica, quanto mais uma civilização ocidental na qual as pessoas têm liberdadepara censurar expressões da fé cristã. O cristianismo merece o crédito pormuitos dos grandiosos avanços políticos, sociais, humanitários, científicos,educacionais e culturais no mundo ocidental. A Bíblia, como parece, teminspirado a maioria dos grandes escritores, artistas, cientistas, políticos eeducadores. Contrariamente, aqueles que buscam enfraquecer ou destruir ainfluência cristã meramente se engajam em uma forma de suicídio cultural. Elesdestroem a exata possibilidade de construírem a vida melhor que buscam.
O cristianismo merece o crédito por muitos dos grandiosos avanços nomundo ocidental.

Exemplos de áreas nas quais o cristianismo tem exercido profunda epositiva influência na civilização ocidental incluem:
·        Estabelecimento e desenvolvimento daciência moderna e do direito;
·        Estabelecimento e desenvolvimento damedicina e dos cuidados com a saúde, envolvendo o primeiro estabelecimento dehospitais;
·        Educação moderna, inclusive afundação de quase todas as mais importantes universidades americanas, tais comoPrinceton, Harvard, Yale e Dartmouth;
·        Proporcionar bases lógicas através devalores absolutos para o avanço da ética em geral, inclusive a moralidadesexual, que apenas em nossa época já salvou milhões de vidas;
·        Proteger a dignidade do casamento eda vida em família, que contribui grandemente para a estabilização dasociedade;
·        Instituir liberdade política edireitos humanos de modo geral, inclusive a abolição da escravatura e aproteção das crianças que estão por nascer, dos bebês, das crianças e dasmulheres;
·        Inspirar grandes contribuições para omelhor da arte, literatura, música e arquitetura;
·        Fortalecer globalmente os vastosempreendimentos humanitários, defendendo a dignidade do trabalho e a reformaeconômica.
E a lista é extensa...
Mulheres, crianças, escravos, enfermos, crianças por nascer,analfabetos, perseguidos, mentalmente doentes, abandonados, pessoas que estão àmorte – virtualmente nenhuma categoria de pessoas vulneráveis deixou de serabraçada pela fé cristã. A Cruz Vermelha, o Exército da Salvação, a educaçãopública (que teve origem com os reformadores protestantes), o capitalismomoderno, direitos à propriedade e propriedades privadas, proteção aostrabalhadores, direitos humanos das mulheres, liberdade política e democracia,a idéia de liberdade e justiça social para todos – tudo isto deve seu apoio ousua existência aos ideais bíblicos. A diferença entre o mundo pré-cristão e omundo pós-cristão é como a noite e o dia e a Bíblia fez a diferença.
De fato, para citar um exemplo da nossa época moderna, o mundo em siestá mais seguro no presente e toda uma nação de 300 milhões de habitantes élivre hoje por causa da fé cristã de um homem – por causa de sua confiançapessoal em Cristo e sua crença na Bíblia. O presidente americano Ronald Reagandesmantelou, quase que sozinho, a União Soviética porque cria que fora chamadopara essa tarefa e confiava que Deus traria os resultados. Ele venceu a GuerraFria e libertou a União Soviética, revigorou a América e fez muito mais porqueacreditava em Cristo desde tenra idade, passava horas de joelhos em oração eera dominado por sua fé – indubitavelmente esta é a razão pela qual sua vidafoi tão ricamente abençoada. O objetivo incrível e quase que inatingível dedesmantelar o Estado Soviético ateu nasceu, em parte, por causa do desejo deReagan de dar a liberdade de religião ao povo russo por amor às suas própriasalmas. Como foi explicado em seu famoso discurso “Império Mau” de 8 de março de1983, ele acreditava que “somos encarregados pelas Escrituras e pelo SenhorJesus de nos opormos a ele [ao Império Mau] com toda nossa força”. (Ver Paul Kengor,Godand Ronald Reagan [Deus e Ronald Reagan], 2004).
É por tudo isso e muito mais que, aqueles que são cristãos, deveriam seorgulhar da Bíblia, se orgulhar por terem a certeza. Mas aqueles que desejamenfraquecer a influência cristã no mundo deveriam reconhecer suaresponsabilidade por tomar parte ativa na destruição de tantas coisas boas quehá no mundo. É uma pena que a maior parte das vantagens citadas acima estáatualmente em processo de deterioração, amplamente devido ao alarmante impactode uma secularização amoral que luta pelo fim e o desaparecimento da influênciacristã. Só precisamos testemunhar a recente corrosão na educação, no direito,na moralidade, no entretenimento cultural (como TV e música), na vida emfamília e até mesmo na liberdade em si. O que antes era nobre e grandioso estácada vez mais desgastado e profano.
Quanto mais as pessoas tentam destruir a Bíblia e a fé cristã, mais elascontribuem para o processo que destruirá seu próprio futuro.

E, novamente, quanto mais as pessoas tentam destruir a Bíblia e a fécristã, mais elas contribuem para o processo que destruirá seu próprio futuro eo futuro dos outros. Logicamente, o que não poderá jamais ser destruído éaquilo que é eterno. Os benefícios práticos diários que todos experimentam combase na Bíblia são poucos em comparação com os benefícios espirituais que a fécristã já proporcionou a incontáveis milhões de pessoas globalmente, mas isto éassunto para outro livro. Aqui estamos discutindo o Livro.
Na história da humanidade, mesmo que um bilhão de livros tenham sidoescritos, apenas um é extraordinário. Mesmo dentre os livros sagrados do mundo,nenhum chega nem perto e uma pessoa precisa apenas ler todos para apreciar averdade que há naquele único. A influência da Bíblia na história éincalculável. Ela literalmente mudou o mundo; não apenas a história ocidental,mas toda a história.
Abraão Lincoln chamava a Bíblia de: “O melhor presente que Deus deu aohomem”, enquanto que Immanuel Kant fez-lhe eco: “A Bíblia é o maior benefícioque a raça humana já experimentou”. Patrick Henry entendeu que: “Ela vale todosos livros que já foram escritos” e assim também pensava William Gladstone: “Umadistância imensurável a separa de todos os seus competidores”. A. M. Sullivancorretamente observou que: “O incrédulo que ignora, ridiculariza e nega aBíblia, rejeitando suas recompensas espirituais e seu entusiasmo estático,contribui para sua própria anemia moral”. Tais citações poderiam sermultiplicadas quase que interminavelmente.[1]
Nenhum livro escrito teve maior influência sobre o mundo. Dado oimpacto, é um tanto impressionante que milhões de pessoas dentre as nações commais alto nível de instrução formal sejam fundamentalmente ignorantes de seusconteúdos. Imagine isto. Como os ideais da educação não podem explicá-lo,talvez apenas a incredulidade proposital possa. Como certa vez observou AldousHuxley: “A maior parte da ignorância é ignorância superável. Não sabemos porque não queremos saber”.[2]
Parece que a maioria das pessoas prefere não estudar a Bíblia porquereconhece intuitivamente que isso iria interferir em como elas desejam viver.Como resultado, a Bíblia passa por intermináveis ataques sobre suacredibilidade, ataques esses vindos de acadêmicos, céticos profissionais,líderes religiosos e culturais e assim por diante, que são finalmenteabsorvidos pela população em geral.
Agora todos podem relaxar

Não surpreende que, em um mundo de incredulidade, apenas uma porcentagemrelativamente pequena de pessoas aceita a Bíblia como a Palavra de Deus literale infalível. Infelizmente, além dos preconceitos culturais e emocionais, outraparte do problema pode ser encontrada na própria igreja cristã, que temfrequentemente falhado em ensinar seus membros sobre a Bíblia, não apenasdoutrinariamente, mas também segundo as evidências. É improvável que alguém dêapoio ao conteúdo da Bíblia a não ser que esteja convencido de que seu conteúdoé exato e digno de toda a confiança.

Não apenas o público em geral, mas muitos na igreja permanecemdesinformados quanto à probidade da Bíblia e é por isso que estamos escrevendoeste livro. O simples fato é que 2.000 anos de cuidadosa investigação feita porcrentes e por incrédulos também, provam racionalmente a seguinte afirmação: ABíblia é a Palavra de Deus sem erro demonstrável – a despeito de sua idade,autoria e muitos críticos. É significativo que, dados os 2.000 anos dos maisintensos exames por críticos e céticos, milhões de pessoas da época atualcontinuam a crer que a Bíblia é a Palavra de Deus literal e infalível – eargumentam que ela pode ser defendida racionalmente como tal. Podem os membrosde outra fé religiosa no mundo provar logicamente tal afirmação relativamente asuas próprias escrituras? (John Ankerberg e John Weldon - Chamada.com.br)

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